A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realiza nesta sexta-feira (10/5) o Leilão de Transmissão nº 1/2013. O certame está marcado para as 10 horas, na BM&FBovespa, em São Paulo. Ao todo, são dez lotes compostos de 5.017 quilômetros em linhas de transmissão e de subestações, com um total de 1.200 mega-volt-amperes (MVA) de potência. As novas instalações vão demandar investimentos de aproximadamente R$ 5,3 bilhões, com geração de 18.356 empregos diretos. O prazo de conclusão das obras será de 22 a 36 meses e os contratos de concessão são de 30 anos. Serão licitadas 17 linhas de transmissão e quatro subestações localizadas em 11 Estados, entre eles Goiás.
No caso de Goiás, estará em disputa o lote D, que compreende a linha de transmissão em 230 kv que conecta as subestações Itapaci e Barro Alto, a primeira pertencente à Celg Geração e Transmissão (Celg GT) e a segunda, a Furnas Centrais Elétricas. Para participar dessa disputa, numa parceria inédita entre Celg GT, Furnas e Fundo de Participações Caixa Milão, foi formado um consórcio que visa explorar essa concessão, que trará maior confiabilidade de energia aos consumidores do Norte do Estado. O diretor Técnico e Comercial da Celg GT, Asley Stecca Steindorff, estará em São Paulo para acompanhar o leilão.
O investimento previsto pela Celg GT é de aproximadamente R$ 30 milhões, com recursos dos próprios consorciados, que terão prazo de 22 meses para implantação da linha de transmissão. Com a construção dessa linha e a modernização que a Celg GT já está executando na subestação de Itapaci, com investimento de R$ 5 milhões, a empresa oferecerá melhor qualidade de atendimento à população e indústrias de Itapaci, Crixás, Nova Crixás, Santa Terezinha, Pilar de Goiás, Rubiataba, Rialma, São Luís do Norte, Mozarlândia e região.
Segundo o presidente da Celg GT, José Fernando Navarrete Pena, essa parceria representa o início do resgate do compromisso feito pelo governo de Goiás de fortalecer a Celg Geração e Transmissão, que, é importante que se ressalve, não foi federalizada, continuando 100% goiana. "A Celg cresceu e se fortaleceu com a Usina de Cachoeira Dourada e, também, iniciou sua trajetória de enfraquecimento exatamente com a venda dessa usina. É, portanto, no viés da geração e da transmissão, áreas de atuação da Celg GT, que o Estado de Goiás reescreverá a história da companhia, contribuindo, como historicamente o fez, com o crescimento da economia de nosso Estado. Agora, é esperar o resultado do leilão desta sexta-feira, mas estamos confiantes no sucesso de nosso consórcio", destaca Fernando Navarrete.

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